subtil no para, por exp
May 7th, 2013um perfil
uma fantasia opaca do referente
um engenho obscuro e subtil
no meio do programa:
para habitar
um perfil
uma fantasia opaca do referente
um engenho obscuro e subtil
no meio do programa:
para habitar
Dentro da casa está o dentro
As casas estão cheias de portas
porque as gavetas estão cheias
de dentros comunicáveis
os quais dentros têm outros dentros
os irremediáveis dentros dos silêncios
um motivo
uma transcrição opaca do referente
um adágio obscuro e subtil
no meio do caminho:
para abraçar
Não é consumo. É diversidade -
desafio educador
a cerveja que mexe.
O sangue da plagiotropia é absoluto -
absoluto tempo.
Há coisas que o sabor não paga -
para todas as outras há devoração.
Habitados pela natureza
- pelo prazer de comprar –
a mudança melhora-nos.
Guerras que crescem consigo
- a vida em crédito -
a transportar estilos todas as semanas.
Poupe nos seus cartões!
Com liberdade tudo melhora -
o total sai bem,
liderar é combater.
Chega de riquezas!
Combina bem pagar tão pouco e
conhecimento é mesmo livre:
espuma de vantagens
porque a vida é impossível!
Destroços de hipocrisias carcomidas pelo único
canto da manhã : o medo -
a praça , a poeira , a casa
a flor
Tudo isto exclama debaixo
de fome , debaixo de tempestades
- Usas
o espanto dos pêlos ?
um motivo – uma transcrição opaca do referente – um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar
um cântico
uma transcrição opaca do referente
um adágio obscuro e subtil
no meio do caminho:
para abraçar
Sonhos de loucuras criadas pelo único
silêncio da morte : o muro -
a casa , a rua , a cidade
a porta
Tudo isto vive debaixo
de ruas , debaixo de vozes
- Segues
o ódio dos gestos ?
um motivo
uma transcrição opaca do referente
um perfil obscuro e subtil
no meio do caminho:
para abraçar
Não é água. É engenho -
açúcar responsável
a rapidinha que relaxa.
O café da família é preciso -
original ouro.
Há coisas que o café não sente -
para todas as outras existe arte.
Apaixonados pela guerra
- pelo ritmo de escorregar –
a taça usa-nos.
Lideranças que ligam consigo
- a sabedoria em programa -
a pagar cliques todas as semanas.
Escorregue nos seus clubes!
Com sorte tudo acontece -
o raro volta confiante,
relaxar é combinar.
Mude de riquezas!
Sabe bem beber tão pouco e
coca é mesmo diferente:
espuma de canais
porque a rotina é ecológica!
um motivo – uma transcrição opaca do referente – um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar
Pátios de lajes soerguidas pelo único
esforço da erva : o vento -
a escada , a torre , a porta
a praça
Tudo isto flutua debaixo
de água , debaixo de água
- Ouves
o grito dos homens ?
um recorte – uma fantasia circular do sopro – um véu inflexível e virtual no meio do texto : para abraçar
carcomido, negro, muito admirável, um vento muito leve escorre – e luta – sempre muito leve
Dentro da casa está o dentro
A porta é o palavrício
que corta
a relação do dentro
com o ar
Passada essa porta
ficamos fora
mas fora de outros dentros agora
Não é consumo. É dependência -
rancor autêntico
a pausa que anula.
O poder da plagiotropia é profundo -
original café.
Há coisas que o novo não alcança -
para todas as outras existe devoração.
Movidos pela mudança
- pelo prazer de parodiar –
a cidade constrói-nos.
Informações que crescem consigo
- a vida em movimento -
a criar excêntricos todas as semanas.
Aposte nos seus sonhos!
Com crédito, tudo melhora -
o light cresce bem,
ter é poder.
Chega de lamúrias!
Sabe bem ensinar tão pouco e
inspiração é mesmo natural:
espuma de preços
porque a vida é agora!
ana está débil no meio da noite
o mundo agora hostil
e perecível
dói
a esta bondade extrema
e ana sente uma
náusea doce
ana sente o fim
o inevitável e difícil fim
a impossível ilusão serena de que os
anos ruíram
e que
o mundo é um mínimo equilíbrio à tona da escuridão
nessa crueza tranquila
ana olha o assassinato profundo
ana lê :
a morte não é isso
e de tão fascinante
sente nojo
e de tão fascinante
tem nojo
nojo de
um mundo que de tão rico apodrece
nojo da
náusea
de saber – aqui – perto da decomposição profunda
perto da decomposição perfumada
que há homens e mulheres e crianças com fome
e de tão bonito
que dá medo do inferno
ana sente fé
ana sente amor
um motivo – uma transcrição opaca do referente – um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar
um motivo – uma transcrição opaca do referente – um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar
um motivo – uma transcrição opaca do referente – um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar