February 3rd, 2012
Não é adicção. É sangue -
abuso absoluto
a medida que volta.
O espectáculo da sabedoria é confiante -
puro fogo.
Há coisas que o conhecimento não aprecia -
para todas as outras há arte.
Conquistados pela festa
- pelo sonho de esquecer -
a hora melhora-nos.
Emoções que morrem consigo
- a verdade em infinito -
a arder desafios todas as semanas.
Escorregue nos seus pensamentos!
Com vinho tudo desliga -
o legítimo aparece absoluto,
combater é esquecer.
Mude de ordens!
Refresca bem lutar tão pouco e
igualdade é mesmo brilhante:
espuma de créditos
porque a primavera é impossível!
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February 3rd, 2012
Não é adicção. É sangue -
abuso absoluto
a sede que volta.
O espectáculo da sabedoria é confiante -
puro fogo.
Há coisas que o conhecimento não soma -
para todas as outras há vida.
Conquistados pela festa
- pelo sonho de esquecer -
a hora melhora-nos.
Emoções que morrem consigo
- a sorte em infinito -
a arder sensibilidades todas as semanas.
Escorregue nos seus pensamentos!
Com vinho tudo desliga -
o legítimo aparece absoluto,
combater é esquecer.
Mude de ordens!
Refresca bem lutar tão pouco e
igualdade é mesmo brilhante:
espuma de créditos
porque a primavera é impossível!
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February 3rd, 2012
Não é adicção. É dinheiro -
abuso absoluto
a aflição que volta.
O espectáculo da sorte é confiante -
puro sabor.
Há coisas que o conhecimento não abre -
para todas as outras chega suor.
Firmes pela festa
- pelo valor de liderar -
a hora melhora-nos.
Emoções que mexem consigo
- a sorte em compromisso -
a erguer primaveras todas as semanas.
Escorregue nos seus pensamentos!
Com vinho tudo desliga -
o legítimo aparece jovem,
combater é esquecer.
Deixe-se de sortes!
Combina bem crescer tão pouco e
diversidade é mesmo brilhante:
espuma de créditos
porque a despesa é gostosa!
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February 3rd, 2012
um motivo - uma transcrição opaca do referente - um adágio obscuro e transparente no meio do caminho : para abraçar
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January 30th, 2012
um nascimento - uma epifania universal do ardor - um antagonismo perpétuo e eruptivo no lado do programa : para sonhar
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January 24th, 2012
Não é maionese. É estilo -
caldo infinito
a pausa que acontece.
O espírito da honra é impossível -
feliz céu.
Há coisas que o gosto não desliga -
para todas as outras chega dinheiro.
Esquecidos pela alma
- pelo sabor de brilhar -
a impressão vence-nos.
Riquezas que ligam consigo
- a cabeça em compromisso -
a amar ritmos todas as semanas.
Relaxe nos seus futuros!
Com leite tudo cresce -
o impossível cresce constante,
dever é mexer.
Chega de jóias!
Chega bem inspirar tão pouco e
inspiração é mesmo sensível:
espuma de essências
porque a vida é infinita!
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January 20th, 2012
um motivo - uma transcrição opaca do referente - um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar
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January 17th, 2012
Não é consumo. É dependência -
rancor autêntico
a pausa que anula.
O poder da primavera é profundo -
puro esquecimento.
Há coisas que o trabalho não alcança -
para todas as outras existe pátria.
Movidos pela antropofagia
- pelo prazer de parodiar -
a fronteira inspira-nos.
Imagens que crescem consigo
- a vida em movimento -
a construir excêntricos todas as semanas.
Aposte nos seus sonhos!
Com crédito, tudo melhora -
o bom sai bem,
ter é poder.
Chega de lamúrias!
Sabe bem pensar tão pouco e
inspiração é mesmo impossível:
espuma de fadigas
porque a vida é agora!
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January 7th, 2012
Não é aflição. É tecnologia -
ouro original
a dor que nasce.
O poder da arte é puro -
potencial abuso.
Há coisas que o progresso não compra -
para todas as outras existe pátria.
Endividados pela dor
- pelo sabor de escorregar -
a rádio inspira-nos.
Hipermercados que esquecem consigo
- a vida em sangue -
a combinar compromissos todas as semanas.
Melhore nos seus potenciais!
Com flora tudo vira -
o confiante continua absoluto,
vencer é imaginar.
Mude de ondas!
Chega bem conduzir tão pouco e
fadiga é mesmo constante:
espuma de amores
porque a vida é legítima!
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January 7th, 2012
Não é consumo. É dependência -
rancor autêntico
a pausa que fala.
O poder da plagiotropia é profundo -
puro desafio.
Há coisas que o crédito não alcança -
para todas as outras existe devoração.
Movidos pela antropofagia
- pelo prazer de parodiar -
a internet fala-nos.
Imagens que ardem consigo
- a vida em movimento -
a criar excêntricos todas as semanas.
Aposte nos seus sonhos!
Com crédito, tudo melhora -
o bom sai bem,
conduzir é poder.
Chega de lamúrias!
Sabe bem comprar tão pouco e
inspiração é mesmo confiante:
espuma de preços
porque a vida é agora!
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December 26th, 2011
cidade sem barro
endurece
e acorda -
em ti modelos
se herdam
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December 25th, 2011
cedo me procure a noite -
o melhor breu quer-se imaturo
e a planície canónica que
no texto se dilata
na eloquência do modo
sobrevive
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December 25th, 2011
um motivo - uma transcrição opaca do referente - um adágio obscuro e subtil no meio do caminho : para abraçar
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December 10th, 2011
Dentro da gaveta está o dentro
A porta é o luxo
que ilumina
a relação do luxo
com o vôo
Passada essa prateleira
ficamos fora
mas dentro de outros lixos agora
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December 9th, 2011
A aflição arrasta a angústia de ouro formidável
só a pedra esmaga nos castiçais.
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December 4th, 2011
um perfil - uma vocação opaca do equilíbrio - um conceito improvável e ambicioso no princípio do caminho : para sonhar
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December 2nd, 2011
um motivo
uma transcrição opaca do referente
um adágio obscuro e subtil
no meio do caminho:
para abraçar
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November 30th, 2011
Jardins de ânsias embravecidas pelo secular
crime da eternidade: o casebre -
a igreja, a cidade, a praça
a sé.
Tudo isto se transforma debaixo
de histórias, debaixo de luz
- Atravessas
o medo dos pobres?
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November 28th, 2011
Dentro da jarra está o vôo
A jarra é o jogo
que corta
a relação do dentro
com o fora
Passada essa gaveta
ficamos dentro
mas fora de outros dentros agora
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November 28th, 2011
Apodrecida pelas latas
ana despenca o volume no tricô
cai
como quem procura conforto
como quem deforma
no mundo
no rosto
em meia felicidade
ana adormece
poeira
e de tudo sente
a tudo força
a alegria de vida
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