tão todas, por Anonimo

May 17th, 2012

Não é rumo. É dinheiro -
rancor autêntico
a pausa que anula.
O poder da plagiotropia é profundo -
puro esquecimento.
Há coisas que o crédito não alcança -
para todas as outras existe devoração.
Movidos pela antropofagia
- pelo prazer de parodiar -
a publicidade inspira-nos.
Despesas que crescem consigo
- a vida em movimento -
a comprar tvs todas as semanas.
Aposte nos seus sonhos!
Com crédito, tudo melhora -
o bom sai bem,
ter é continuar.
Chega de lamúrias!
Sabe bem pagar tão pouco e
inspiração é mesmo natural:
espuma de alegrias
porque a vida é rara!

preços esquecimento. Há, por Sonia

May 15th, 2012

Não é consumo. É dependência -
rancor autêntico
a atitude que começa.
O poder da plagiotropia é profundo -
interminável esquecimento.
Há coisas que o profissional não faz -
para todas as outras criou-se crédito.
Desligados pela antropofagia
- pelo calor de parodiar -
a simplicidade acontece-nos.
Imagens que continuam consigo
- a vida em infinito -
a fazer paixões todas as semanas.
Confie nos seus sonhos!
Com inteligência tudo começa -
o original sai jovem,
deixar é poder.
Viva de igualdades!
Sabe bem pagar tão pouco e
ciência é mesmo natural:
espuma de preços
porque a despesa é feliz!

motivo uma meio, por Sonia

May 15th, 2012

um motivo
uma transcrição opaca do referente
um adágio obscuro e subtil
no meio do caminho:
para abraçar

prazer esquecimento. Há, por Anonimo

May 14th, 2012

Não é consumo. É dependência -
rancor autêntico
a pausa que anula.
O poder da plagiotropia é limpo -
puro esquecimento.
Há coisas que o crédito não alcança -
para todas as outras existe devoração.
Movidos pela antropofagia
- pelo prazer de parodiar -
a publicidade inspira-nos.
Imagens que habitam consigo
- a vida em movimento -
a criar excêntricos todas as semanas.
Aposte nos seus queijos!
Com crédito, tudo melhora -
o bom sai bem,
ter é poder.
Chega de lamúrias!
Sabe bem pagar tão pouco e
inspiração é mesmo responsável:
espuma de preços
porque a vida é agora!

beija deposita, por Eu

May 12th, 2012

Carregada pelas compras
ana deposita o volume no ventre
foge
como quem grita atalho
como quem alcança
no embrulho
no banco
em invisível vitória
ana beija
morte
e de tudo enxuga
a tudo sacode
a sombra de doença

lado para, por Letícia/SIIMI

May 11th, 2012

um vício
uma dobra excessiva do deserto
um desafio inédito e irreal
no lado do percurso:
para negar

ana borboleta, por HUGO/ SIIMI

May 11th, 2012

mas o sinal
mínimo e sadio
chama ana
estranham ana as brisas
chama ana uma faiscante
gota de dor :
ana ri
mancha
agarra
esquenta
inclina
rui
uma misteriosa borboleta - uma inventada flama
e este modo moralmente sujo de desaparecer
este irmão igual a ana
esta condutora
este jornal
muro de formigas inúteis
tudo isto janta com bonde como fruta que se aproxima lentamente

pé mascar, por Desants/SIIMI

May 11th, 2012

há uma assustada hora na felicidade
que diz baixinho não precisar de ana
mas ana segura um gesto
faminto
que logo anuncia o sofrimento
com a blusa
aprendida
nas exclamações em casa
nessa flama suja ana extrair o amor - e seu dente
escolheu
- porque assim o quis -
escolheu
um pé apodrecido no luar
um preso realmente rápido
um conforto goma de mascar do lixo
roupa que se masca na tulipa

poeira parte, por RAIZA/SIIMI

May 11th, 2012

aos homens à cadeira ao silêncio ao luar
às amantes que cortara
à criança aos presos ao desejo ao bonde ao banco à borboleta ao vento ao horizonte
aos dentes aos irmãos às cores pálidas doces aos corpos secos apodrecidos ao desejo ao frio das águas às luxuosas mãos da borboleta
às dálias tulipas parasitas doces e à poeira da parte interior do atalho
da pequena sombra
da boca de luar
das cores
dos besouros de verão

lado inédito, por Letícia/Siimi

May 11th, 2012

um adorno
uma ruptura lunar do sonho
um desafio inédito e irreal
no lado do percurso:
para guardar

seu seu, por Ana Luiza/SIIMI

May 11th, 2012

o seu sussuro docemente contorcido na dança da voz

colo ana, por Letícia/SIIMI

May 11th, 2012

escapa ana profundamente como se olha o que nos vê
pisa ana inclinada
e o corpo
súbito
como quem não cai ana
dá largada
e o torto desejo de tricô calmo
do ventre despenca-se
do colo protege
sofre no sonho
explode
gritam
como quem agarra a quem não nos imagina

Desordenada discorda , por gislene/ SIIMI

May 11th, 2012

Desordenada pelas compras
ana encontra o calor no ventre
enlouquece
como quem atinge horror
como quem grita
no susto
no grito
em profunda sofreguidão
ana anuncia
luz
e de tudo discorda
a tudo extrai
a corrente de vida

saltos saltos , por sophia / siimi

May 11th, 2012

UM ato DE saltos

aceita quem, por Danielle\ SIIMI

May 11th, 2012

Perturbada pelas sombras
ana descobre o ódio no grito
cega
como quem aceita destino
como quem adormece
no silêncio
no chão
em vibrante vergonha
ana adivinha
bondade
e de tudo aceita
a tudo dá
a corrente de vida

corpo misericórdia e, por Desants/SIIMI

May 11th, 2012

Esmagada pelas aparências
ana deposita o ódio no corpo
suspira
como quem reconhece desastre
como quem descobre
no grito
no nojo
em faminta persistência
ana deseja
misericórdia
e de tudo sente
a tudo silencia
a sombra de dor

verdades ana pára como, por Hugo/ SIIMI

May 11th, 2012

Insultada pelas verdades
ana mergulha o ódio no chão
pára
como quem derrama sangue
como quem grita
no chão
no silêncio
em espantada escuridão
ana procura

e de tudo agarra
a tudo rompe
a corrente de vida

suspira como recebe , por domingo

May 10th, 2012

Deformada pelas brisas
ana deposita o muro no ventre
suspira
como quem sente conforto
como quem procura
no bonde
no jardim
em meia náusea
ana beija
ana
e de tudo recebe
a tudo dá
a corrente de piedade

entre sempre, por domingo

May 9th, 2012

ana prende o destino entre os bondes
para sempre seu
como uma janela
é uma habilidade de bondade
chama o amor
e seu frio

por caíram, por Anita

May 4th, 2012

Irmãos Humanos que depois de nós vivereis, não nos guardeis ódio em vossos corações. Na maravilha desta luz inextricável, vi os homens e as mulheres que estalavam como estrelas, como figos deslumbrados. E o sol negro e a lua de sangue caíram no vento, nas águas, na terra, caíam da selvagem figueira por cima do firmamento que subia e girava como um livro terrível, uma colina que se enrola.