Archive for the ‘Do Peso e da Leveza’ Category

admirável leve , por Helena

Sunday, March 31st, 2013

carcomido, negro, muito admirável, um vento muito leve escorre – e luta – sempre muito leve

leve muito, por hhh9

Thursday, January 31st, 2013

leve, leve, muito oculto, um vento muito leve passa – e cisma – sempre muito leve

leve cabelos, por laura

Thursday, January 24th, 2013

a leve rapidez dos animais e as sereias leves dos cabelos roxos – a tarde leve cheia de distâncias

amor treva, por laura

Thursday, January 24th, 2013

sempre no mesmo hesitante mistério de estar vomitando – nítido amor da treva em minha marcha silenciosa

estar imperturbável, por Rogério

Sunday, November 18th, 2012

sempre no mesmo imperturbável orgulho de estar gritando – vivo destino da verdade em minha cidade oculta

escorre muito, por cris

Thursday, June 28th, 2012

amarelo, casto, muito fatal, um rumor muito estranho escorre – e exclama – sempre muito disforme

seu seu, por Ana Luiza/SIIMI

Friday, May 11th, 2012

o seu sussuro docemente contorcido na dança da voz

cabelos manchas, por girafa

Wednesday, April 11th, 2012

a desconhecida juventude dos ursos e as manchas altíssimas dos cabelos abandonados – a tarde leve cheia de paixões

frio leve, por girafa

Wednesday, April 11th, 2012

fútil, visível, muito fatal, um frio muito leve exige – e escuta – sempre muito adormecido

cheia dos, por Anonimo

Tuesday, November 15th, 2011

a leve rapidez dos animais e as sereias densas dos cabelos roxos – a bruma leve cheia de distâncias

passa efémero, por Debora Br

Friday, September 16th, 2011

efémero, atónito, muito azul, um vento muito leve passa – e vai-se – sempre muito minúsculo

mais como, por isabel

Monday, December 27th, 2010

como tu és translúcida e doce como um enigma ! como tu és lunar – mais eterna do que a imaginação

dos dos, por isabel

Monday, December 27th, 2010

a translúcida clareza dos golfinhos e as vozes leves dos sentidos cintilantes – a sabedoria crepuscular cheia de paixões

agitado penosamente, por isabel

Monday, December 27th, 2010

o seu pescoço penosamente agitado na armadilha da alma

muito leve, por por paty

Tuesday, October 19th, 2010

alheio, leve, muito indiferente, um vento muito leve passa – e levanta – sempre muito fiel

vento indiferente, por patyyyyyyyyyyyyyyy

Tuesday, October 19th, 2010

alheio, leve, muito indiferente, um vento muito leve passa – e levanta – sempre muito fiel

seu fonte , por Danille

Tuesday, October 19th, 2010

o seu sangue lentamente agitado na água da fonte

seu água, por Débora

Thursday, September 30th, 2010

o seu rasto levemente escondido na água da dor

ecoa sempre, por Débora

Thursday, September 30th, 2010

leve, leve, muito humano, um rumor muito leve ecoa – e cresce – sempre muito casto

gélido fingidora , por Ana Kelbert

Wednesday, August 18th, 2010

sempre no mesmo extinto mundo de estar repetindo – gélido osso da primavera em minha voz fingidora