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	<title>Poemário</title>
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	<description>telepoesis.net &#124; poesia combinatória</description>
	<pubDate>Thu, 17 May 2012 01:37:57 +0000</pubDate>
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		<title>tão todas, por Anonimo</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 01:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemads]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é rumo. É dinheiro -
                                        rancor autêntico
         [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é rumo. É dinheiro -<br />
                                        rancor autêntico<br />
                                             a pausa que anula.<br />
O poder da plagiotropia é profundo -<br />
                                                  puro esquecimento.<br />
Há coisas que o crédito não alcança -<br />
                    para todas as outras existe devoração.<br />
Movidos pela antropofagia<br />
- pelo prazer de parodiar -<br />
          a publicidade inspira-nos.<br />
Despesas que crescem consigo<br />
- a vida em movimento -<br />
                              a comprar tvs todas as semanas.<br />
Aposte nos seus sonhos!<br />
Com crédito, tudo melhora -<br />
                                                  o bom sai bem,<br />
                                                       ter é continuar.<br />
Chega de lamúrias!<br />
Sabe bem pagar tão pouco e<br />
inspiração é mesmo natural:<br />
                                        espuma de alegrias<br />
                                             porque a vida é rara!</p>
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		<item>
		<title>preços esquecimento.Há, por Sonia</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 22:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemads]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é consumo. É dependência -
                                        rancor autêntico
         [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é consumo. É dependência -<br />
                                        rancor autêntico<br />
                                             a atitude que começa.<br />
O poder da plagiotropia é profundo -<br />
                                                  interminável esquecimento.<br />
Há coisas que o profissional não faz -<br />
                    para todas as outras criou-se crédito.<br />
Desligados pela antropofagia<br />
- pelo calor de parodiar -<br />
          a simplicidade acontece-nos.<br />
Imagens que continuam consigo<br />
- a vida em infinito -<br />
                              a fazer paixões todas as semanas.<br />
Confie nos seus sonhos!<br />
Com inteligência tudo começa -<br />
                                                  o original sai jovem,<br />
                                                       deixar é poder.<br />
Viva de igualdades!<br />
Sabe bem pagar tão pouco e<br />
ciência é mesmo natural:<br />
                                        espuma de preços<br />
                                             porque a despesa é feliz!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>motivouma meio, por Sonia</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 21:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas no Meio do Caminho]]></category>

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		<description><![CDATA[um motivo
uma transcrição opaca do referente
um adágio obscuro e subtil
no meio do caminho:
          para abraçar
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>um motivo<br />
uma transcrição opaca do referente<br />
um adágio obscuro e subtil<br />
no meio do caminho:<br />
          para abraçar</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>prazer esquecimento.Há, por Anonimo</title>
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		<pubDate>Mon, 14 May 2012 21:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemads]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é consumo. É dependência -
                                        rancor autêntico
         [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é consumo. É dependência -<br />
                                        rancor autêntico<br />
                                             a pausa que anula.<br />
O poder da plagiotropia é limpo -<br />
                                                  puro esquecimento.<br />
Há coisas que o crédito não alcança -<br />
                    para todas as outras existe devoração.<br />
Movidos pela antropofagia<br />
- pelo prazer de parodiar -<br />
          a publicidade inspira-nos.<br />
Imagens que habitam consigo<br />
- a vida em movimento -<br />
                              a criar excêntricos todas as semanas.<br />
Aposte nos seus queijos!<br />
Com crédito, tudo melhora -<br />
                                                  o bom sai bem,<br />
                                                       ter é poder.<br />
Chega de lamúrias!<br />
Sabe bem pagar tão pouco e<br />
inspiração é mesmo responsável:<br />
                                        espuma de preços<br />
                                             porque a vida é agora!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>beija deposita, por Eu</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 21:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor de Clarice]]></category>

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		<description><![CDATA[Carregada pelas compras
ana deposita o volume no ventre
                         foge
como quem grita atalho
como quem alcança
     no embrulho
     no banco
      [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carregada pelas compras<br />
ana deposita o volume no ventre<br />
                         foge<br />
como quem grita atalho<br />
como quem alcança<br />
     no embrulho<br />
     no banco<br />
                    em invisível vitória<br />
ana beija<br />
                    morte<br />
e de tudo enxuga<br />
     a tudo sacode<br />
     a sombra de doença</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>lado para, por Letícia/SIIMI</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:23:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[um vício
uma dobra excessiva do deserto
um desafio inédito e irreal
no lado do percurso:
          para negar
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>um vício<br />
uma dobra excessiva do deserto<br />
um desafio inédito e irreal<br />
no lado do percurso:<br />
          para negar</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>ana borboleta, por HUGO/ SIIMI</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:14:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor de Clarice]]></category>

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		<description><![CDATA[mas o sinal
          mínimo e sadio
chama ana
estranham ana as brisas
chama ana uma faiscante
gota de dor :
ana ri
          mancha
                    [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>mas o sinal<br />
          mínimo e sadio<br />
chama ana<br />
estranham ana as brisas<br />
chama ana uma faiscante<br />
gota de dor :<br />
ana ri<br />
          mancha<br />
                    agarra<br />
                              esquenta<br />
                    inclina<br />
          rui<br />
uma misteriosa borboleta - uma inventada flama<br />
e este modo moralmente sujo de desaparecer<br />
este irmão igual a ana<br />
esta condutora<br />
este jornal<br />
          muro de formigas inúteis<br />
          tudo isto janta com bonde como fruta que se aproxima lentamente</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>pé mascar, por Desants/SIIMI</title>
		<link>http://telepoesis.net/poemario/?p=1323</link>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor de Clarice]]></category>

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		<description><![CDATA[há uma assustada hora na felicidade
que diz baixinho não precisar de ana
mas ana segura um gesto
          faminto
que logo anuncia o sofrimento
com a blusa
          aprendida
          nas exclamações em casa
nessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>há uma assustada hora na felicidade<br />
que diz baixinho não precisar de ana<br />
mas ana segura um gesto<br />
          faminto<br />
que logo anuncia o sofrimento<br />
com a blusa<br />
          aprendida<br />
          nas exclamações em casa<br />
nessa flama suja ana extrair o amor - e seu dente<br />
escolheu<br />
          - porque assim o quis -<br />
escolheu<br />
          um pé apodrecido no luar<br />
          um preso realmente rápido<br />
                    um conforto goma de mascar do lixo<br />
                    roupa que se masca na tulipa</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>poeira parte, por RAIZA/SIIMI</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Amor de Clarice]]></category>

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		<description><![CDATA[aos homens à cadeira ao silêncio ao luar
às amantes que cortara
à criança aos presos ao desejo ao bonde ao banco à borboleta ao vento ao horizonte
aos dentes aos irmãos às cores pálidas doces aos corpos secos apodrecidos ao desejo ao frio das águas às luxuosas mãos da borboleta
às dálias tulipas parasitas doces e à poeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>aos homens à cadeira ao silêncio ao luar<br />
às amantes que cortara<br />
à criança aos presos ao desejo ao bonde ao banco à borboleta ao vento ao horizonte<br />
aos dentes aos irmãos às cores pálidas doces aos corpos secos apodrecidos ao desejo ao frio das águas às luxuosas mãos da borboleta<br />
às dálias tulipas parasitas doces e à poeira da parte interior do atalho<br />
     da pequena sombra<br />
     da boca de luar<br />
          das cores<br />
          dos besouros de verão</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>lado inédito, por Letícia/Siimi</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 18:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>perl</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>

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		<description><![CDATA[um adorno
uma ruptura lunar do sonho
um desafio inédito e irreal
no lado do percurso:
          para guardar
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>um adorno<br />
uma ruptura lunar do sonho<br />
um desafio inédito e irreal<br />
no lado do percurso:<br />
          para guardar</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://telepoesis.net/poemario/?feed=rss2&amp;p=1321</wfw:commentRss>
		</item>
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