eis cegas, por Alexandra A.

E eis que se rasgou um abismado silêncio de raízes sombrias no corpo de mármore perpetuamente baixo. E os abismos moveram-se dos seus pensamentos pelo núcleo demoníaco, puxando as feridas, os lugares, os cordões abertos. E havia luzes sombrias na incandescência absoluta, na alumiada constelação dos limbos, e as lâminas cegas e os raios arrastados amadureciam no espelho da nossa arte.

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