Programa #4 – Jaap Blonk, Hugo Ball, Américo Rodrigues, Liberto Cruz

 

Primeira Parte :: Arqueologia

00:00 » Genérico Rumor Branco [Início]

00:27 » Locução

Jaap Blonk, no album Flux de Bouche, gravado em Amsterdão em 1992. “Seepferdchen und Flugfische”, de Hugo Ball; e “Popocateptl”, de Blonk. Sem recurso a electrónica, linguagens fantásticas, imaginárias, símbolos inventados, sons de voz fora do limite da notação. Na versão do poema de Ball, de 1916, o cabaret voltaire de Zurich a renascer, declarando que a poesia sonora nasceu com Dada. Investigações fonéticas.

01:12 » Jaap Blonk interpreta “Seepferdchen und Flugfische”, de Hugo Ball

03:57 » Jaap Blonk, “Popocateptl”

Segunda Parte :: Divulgação

05:58 » Locução

Américo Rodrigues, poesia sonora do disco “escatologia”, publicado em 2003. “zip fluxus”, para voz e fecho eclaire. Depois, em leitura de 2012, interpretação do poema de Liberto Cruz, “Velegrama”. Os valores melódicos são de outro âmbito. O ritmo serve a voz, acompanha-a, transforma-a. A fonética como elemento estrutural da combinatória linguística. A magia nas partículas menores.

06:31 » Américo Rodrigues, “zip fluxus”

09:24 » Américo Rodrigues interpreta “Velegrama”, de Liberto Cruz

Terceira Parte :: Transformação

10:58  » Locução

E agora, aproveitando como húmus sonoro as partículas menores da articulação vocal, o tratamento sonoro de Luís Aly.

11:11 » Expansão criativa do programa por Luís Aly

14:27 » Genérico Rumor Branco [Final]

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