Programa #5 – Philadelpho Menezes, Américo Rodrigues, Alexandre O’Neill

 

Primeira Parte :: Arqueologia

00:00 » Genérico Rumor Branco [Início]

00:27 » Locução

Poesia sonora. Brasil, final do século XX. A palavra “Futuro” alongada digitalmente por dois minutos. Philadelpho Menezes. Do fonetismo às poéticas contemporâneas da voz. O experimentalismo poético baseado na voz humana, e suas possibilidades expressivas. A variação da oralidade, a entonação da fala, a linguagem poética universal. E a leitura como problema. Dizia Isidore Isou no seu manifesto letrista, de 1947: “Os poetas, a cada ano, prolongam as palavras escritas. As palavras escritas já têm tantos remendos que as usamos em trapos.”

01:18 » Philadelpho Menezes, “Futuro”

Segunda Parte :: Divulgação

03:36 » Locução

Américo Rodrigues, 2003, poesia sonora do disco “escatologia”. “e-qui-li-brrrrr-iô”, para voz com mão contra a garganta, em jeito de alongamento. Depois, em 2012, gravação de Delongas, de Alexandre O’neill, na Guarda, para o Arquivo Digital da Literatura Experimental Portuguesa. Experimentações sonoras que vêm, nas palavras de Melo e Castro, dos primórdios imemoriais da voz humana. A utilização do aparelho fonador  e a exploração dos seus recursos. Como explicou Isou: “Destruir palavras em favor de outras palavras.” Alongamentos. Amplitude. O entendimento auditivo que cabe à poesia fonética libertar.  A libertação de toda a prosa.

04:43 » Américo Rodrigues, “e-qui-li-brrrrr-iô”

08:23 » Américo Rodrigues interpreta “Delongas”, de Alexandre O’Neill

Terceira Parte :: Transformação

11:06 » Locução

E agora, alongando a amplitude vocal de Menezes, Rodrigues e do locutor, o tratamento sonoro de Luis Aly.

11:18 » Expansão criativa do programa por Luís Aly

14:27 » Genérico Rumor Branco [Final]

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