Programa #6 – Philadelpho Menezes, Américo Rodrigues

 

Primeira Parte :: Arqueologia

00:00 » Genérico Rumor Branco [Início]

00:27 » Locução

Philadelpho Menezes, “Poema sonoro para sarau”, a partir da declamação de um poema de Carlos Drummond de Andrade. O experimentalismo poético baseado na voz humana, e suas possibilidades expressivas. Do Brasil, 1996, a variação da oralidade, a entonação da fala, a linguagem poética universal, a leitura como problema. Da manifestação acústica da articulação vocal para a ironia, condição fundamental de toda a deconstrução. Engenharia de som de Milton Ferreira.

01:08 » Philadelpho Menezes, “Poema sonoro para sarau”, a partir de texto de Carlos Drummond de Andrade

Segunda Parte :: Divulgação

03:52 » Locução

Américo Rodrigues, 2003, poesia sonora do disco “escatologia”. “ões”, para voz, batata frita e camões, em memória de Phidalelpho Menezes, entretanto falecido. A prosódia conversacional como ponto de partida para a declaração de independência dos intérpretes. A interrupção, o erro, denúncia de todas as falácias de leitores e diseurs constrangidos pelos bons costumes. Contra a norma, pela forma.

04:30 » Américo Rodrigues, “ões”, a partir de texto de Camões.

Terceira Parte :: Transformação

07:16 » Locução

E agora, problematizando ainda mais a leitura normativa, a reconstrução electr-acústica das amplitudes vocais de ruptura, pelo tratamento sonoro de Luís Aly.

07:30 » Expansão criativa do programa por Luís Aly

14:27 » Genérico Rumor Branco [Final]

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